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Non dubium pro libertate

"If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear." George Orwell

Non dubium pro libertate

"If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear." George Orwell

O início.

prolibertate, 26.10.19

Olá a todos!

Este primeiro post serve, antes de tudo, para nos apresentarmos e para dizer ao que vimos. A ideia de criar um blog surgiu-nos de uma conversa na nossa rede social predileta, o Twitter, pela necessidade que tínhamos de expor os nossos pensamentos. Nessa conversa percebemos a falta de um espaço onde pudéssemos expor aquilo que pensamos de forma simples, ordenada e livre, o que nos levou a criar este pequeno refúgio onde pudemos partilhar aquilo que consideramos ser mais relevante para nós. Desde notícias, comentários, gostos pessoais ou apenas reflexões, este espaço serve para escrevermos tudo aquilo que noutro sítio se torna impossível de partilhar.

Assim, deixamos uma pequena biografia nossa para que saibam um pouco sobre nós, esperando sempre que nos possam continuar a conhecer por aquilo que aqui escrevemos.

 

  • Luís Miguel, 19. Nascido a norte e em formação no coração académico lusitano. Regido por um ceticismo impenitente. Portanto: tendencialmente à Direita. À esquerda da Direita quando se trata da sua extrema. Por norma, justificadamente, minoritário.

 

  • O meu nome é Filipe Fernandes, tenho 19 anos e sou natural de Matosinhos, Porto. Sou aluno da licenciatura e Presidente do Núcleo de Estudantes de Ciência Política, na Universidade do Minho. Sempre me envolvi, desde cedo, em atividades relacionadas com associativismo estudantil e juvenil, bem como algum sempre fui tendo algum envolvimento político. Foi o amor à arte da política que me levou para a licenciatura em Ciência Política. Tento não me ficar pelas questões mais vagas de cada situação e procuro fazer uma análise justa e coerente, mediante aquilo que sei, bem como os devidos julgamentos, mantendo-me fiel àquilo em que acredito. Críticas quando acho que devo criticar e elogios quando acho que devo elogiar. Assim, tento sempre evitar as trincheiras políticas (que se vão fazendo sentir por toda a parte); de igual modo, tento evitar os "bitaites" vazios e sem substância. Não escreverei sobre aquilo que não tenha conhecimento, visto que nunca senti necessidade de tentar fazer passar uma imagem pseudo-intelectual. Se mudar de ideias relativamente a algo que possa vir a escrever, farei o "mea culpa" e apresentarei os meus novos argumentos. Ah, e também passo demasiado tempo no Twitter.

 

  • Adriana Cardoso, 19 anos. Detentora de opiniões ocasionalmente nada politicamente corretas, maioritariamente tendenciosas e sempre factuais. Tão liberal como a Praça 8 de Maio. A tentar formar-me em Ciências Farmacêuticas na Universidade de Coimbra. Falando de política enquanto cito Margaret Thatcher, Jordan Peterson, Meghan McCain e Dostoiévski. A única certeza que tenho é que se a Marianne Williamson conseguiu concorrer a presidente dos EUA não há nada que eu não possa fazer (ou pelo menos falhar a tentar).

 

  • Francisca de Figueiredo, 21 anos, sou uma vilacondense perdida na capital, a estudar medicina na Nova Medical School com o objetivo de sair de lá médica em 2022. Para além das artes médicas, também me dedico ao associativismo sendo atualmente vice-presidente da Sociedade de Debates da Universidade Nova de Lisboa e Coordenadora Geral do núcleo de Medicina da mesma. Nas horas vagas das horas vagas leio, escrevo alguns bitaites e troco opiniões principalmente no Twitter. Politicamente insurrecta, comento amadoramente o estado do país.

 

  • João Diogo, 22. Representante da minoria silenciosa de um, o mais provável é encontrarem-me sozinho a defender determinada posição em determinado momento, citando literatura para ver quem está atento. Essencialmente, o representante local e oficioso do Toryismo num país de liberais, reaccionários e sociais-democratas de direita.

 

  • Marco António, 22 anos. Nascido no Porto, registado do outro lado da ponte, bracarense de coração e atualmente morador suburbano de lesbôa. Além disso, orgulhosamente ibérico e europeu. Licenciado em Ciência Política pela melhor academia do país: Universidade do Minho, claro está. Mestrando atribulado no ISEG em Economia Internacional e Estudos Europeus. Com um especial interesse pela política espanhola, tenho o tímido desejo de vir a ser um 'pepero', talvez a versão masculina da Levy.

 

  • Pedro Almeida, com 24 anos e aveirense. Formei-me em Estudos Europeus na mui antiga cidade dos estudantes e, atualmente, tento ser mestre em  Ciência Política. Envolvido na política desde muito novo, descobri-me algo desconfiado para a praticar. Defensor da liberdade com uma costela de ceticismo à mistura. Crente na prudência e na moderação.  Tal como todos aqui, encontro-me pelo Twitter demasiadas vezes.

 

  • Mais Guilherme que Rui, RG por conveniência. 24 anos e um arcuense algures fora dos Arcos. De forma assídua, olho para a coisa pública farto de ?'s e !'s. Por isso: política nacional quanto baste, só, que depois tenho de me curar com a internacional.


    Sejam bem-vindos!